domingo, 1 de março de 2009

Erótica


Erótica, romance...
Meu nome é Dita.
Serei sua anfitriã essa noite;
Eu gostaria de colocar você em transe.
Se eu te pegar pelas costas?
Entrarei em tua mente.
Quando você menos esperar.
Quando você tentar rejeitar.
Se eu estiver explosiva.
Vou tratá-lo como uma criança.


Você irá à loucura.
Deixe minha boca ir onde ela quer.
Desista, faça como eu mandar.
Desista e deixe-me fazer do meu jeito.
Irei te dar amor, te acertarei como um caminhão.
Irei te dar amor, te ensinarei como...
Eu gosto de te colocar em transe... Completamente.
Erótica, erótica, coloque tuas mãos por todo meu corpo.
Uma vez que você coloca a mão na chama, você nunca mais será o mesmo.
Há certa satisfação em um pouco de dor...
Posso ver que você entende.
Posso dizer que você é o mesmo.
Se estiver com medo, erga-se.


Firo apenas aqueles que amo.
Eu não acho que você saiba o que é dor.

Eu não acho que foi dessa forma.

Te darei muito prazer.
Irei até você quando disser.
Eu sei que você me quer.
Não quero te ferir.
Não vou te ferir, apenas feche teus olhos.


terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Vontade


Quero tuas carícias ardidas e imorais.
Quero meus lábios marcados... Mordidos!
Sugue meus seios com voracidade...
Sinta meus mamilos candentes...
Quero sentir eles lambuzados pela tua língua.
Venha pra mim leviano, agarre-me pela cintura!
Abuse do meu sexo, invista tua força...
Alimente meu despudor com tuas carícias intensas.
Desça ao meu abdômen, acabe comigo!
Deslize sobre ele... Abra minhas pernas...
E com tua língua faminta, atormente-me.
Contorne meu sexo, arranque-me gemidos!
Sinta meu fluído inundar tua boca!
Agora num ato desatinado... Penetre-me!
Abata minha volição, com movimentos precisos.
Anseio pelo teu órgão saciando minha fome!
Quero sentir seu gozo dentro de mim...
Inundando meu corpo, ludibriando meus sentidos.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

O Ato


Você me algema entre seus braços, deixa-me vulnerável...
Enfeitiça meus sentidos, abala meu pudor... Surpreende-me!
Quero-te assim presa ao meu deleite, estremecendo de tanta tesão! Submissa... É assim que te desejo... Minha escrava dominada...
Estou aqui para te servir, obediente e dependente das tuas vontades.
Meu prazer será completo quando meu ‘’dono’’ estiver satisfeito...
Entrelaça tuas pernas entre meu membro viril, quero sentir teus espasmos! Este teu ventre engolindo meu sexo... Neste sentimento de posse e paixão.
Estou entregue, quero ser usada, ser tua serva... Dar-te muito prazer é meu objetivo.
Sentir teu bel prazer sorver teu âmago, com movimentos frenéticos nesta febre sexual.
Estes rebolados me enlouquecem, parece serpente quando arqueia os quadris. Deliro sentindo sua ‘’gruta’’ pulsando... Essas estranhas molhadas excitam-me...
Quero provar do teu êxtase... Sentir teu cheiro impregnado sobre meu corpo.
Tatuando em mim tua marca, liberando em mim gemidos seguindo teus castigos.
Escravizo teu sexo, por que sei que és como uma fera no cio sente-se satisfeita! Sou teu homem, teu dono... Que desfruta do teu sumo profano, e te fazer delirar.

Nostalgia Corporal


Saudade... Falta dos seus atrevimentos, temperados com sua petulância.
Saudade... Do seu fogo sem momento, gerando uma euforia sentimental.
Saudade... Da indecência descarada expressa em seus olhos...
Saudade... De seu desejo á flor da pele, me tratando como presa!
Saudade... Das suas palavras de entrega, que me desguarnecem...
Saudade... Dos seus sussurros da voz pedindo mais, me alucinando.
Saudade... Dos seus lábios quentes e atrevidos, dissipando-me.
Saudade... Da sua boca desgovernada viajando pelo meu corpo!
Saudade... Das suas mordidas que inflamam meus sentidos...
Saudade... Do momento inesperado, da insinuação desmedida.
Saudade... Do seu apetite mastigando meu desejo inacabado.
Saudade... Das alucinações providas pelos teus movimentos selvagens.
Saudade... Da cúpula insana que extraia de nós um gozo interminável.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Caos


Cadê aquela fúria desmedida dos teus desejos?

Onde se escondeu aquele sentimento que exaltava teu corpo e tua alma?

Tuas carícias quentes e fortes perderam-se na imensidão de tua indolência?

Acabaram-se as provocações deste teu desejo que antes era insensato?

Isto é uma fuga... Fugindo do que?De quem? De mim?

Qual o sentido desta distância entre meu corpo e o seu?

Por que não tocas minha alma fortemente como antes?

Estas desprezando meu corpo, minhas carícias... É isso?

Esquecestes do ápice de prazer que lhe proporcionei!

Você está ocioso, sem desejo, renegando o explícito...

Criando um exílio insignificante e enganando minhas provocações!